Derrubando Gigantes

Derrubando Gigantes

Superação

Gigantes se apresentam a nós todos os dias, com todos os tipos de intenções imagináveis e inimagináveis.

O que é necessário que entendamos é precisamente a intenção de cada gigante que se levanta contra nós, pois essa é nossa única e eficaz chance de vencê-los.

Para que a gente entenda como funciona essa estratégia precisamos ver algum exemplo que respalde nossas táticas.

Primeiramente; quais os gigantes mais comuns que intentam contra nossas vidas?

  • Desânimo

  • Decepções

  • Traições

  • Tristezas

  • Humilhações

  • Enfermidades

  • Vergonha

  • Derrotas

  • Fracassos

  • Etc.

Essas são as características dos gigantes mais comuns que investem contra nós. Entenda que por serem “comuns” não deixam de ser perigosos, e por isso é essencial conhecer essas características.

Uma vez que sabemos a finalidade e a especialidade de determinado gigante já temos meio caminho andado para vencê-lo.

No episódio de Davi e Golias, por exemplo, era notório que o papel de Golias não era lutar bravamente e vencer o povo de Israel, mas desestruturá-lo por meio da vergonha e da desonra. E fazia isso impondo medo devido o seu tamanho e a sua força física.

Quem ia finalmente vencer o exército de Israel seria o exército filisteu, pois estaria já fragilizado pelas constantes zombarias de Golias.

Este sozinho jamais poderia destruir todo um exército como o de Israel, mas podia abalar sua confiança, como vinha fazendo, e deixá-lo fragilizado.

Conosco não é diferente; gigantes se levantam para nos amedrontarem e nos deixar atordoados e fáceis de sermos vencidos. Sabemos que o desânimo não pode nos matar, mas pode minar nossas defesas contra outros inimigos, e é aí que mora o perigo.

Um gigante, pelo seu tamanho, pode nos amedrontar, e dessa forma comprometer nossas reações diante do inimigo. Mas em contrapartida devemos entender que quanto maior for o gigante, maior é nosso alvo e menores as chances de o errarmos.

Davi usou uma pedrinha, enquanto que Golias, com todo seu peso, seu volume e sua força, usava armas equivalentes, mas não suficientes.

Golias se tornou um alvo fácil para um oponente de sangue frio, com calma bastante para alvejá-lo.

Davi não se preocupou em acertar o gigante, pois este era um alvo bem grande, mas se preocupou apenas em escolher o local do seu corpo onde o alvejaria fatalmente.

Nosso problema é que ficamos trêmulos diante de um gigante que, por maior que ele seja, não conseguimos sequer acertá-lo, quanto mais escolher o local onde alvejá-lo. Isso se torna dramático, pois muitas vezes não temos segunda chance, e quando a temos, depois de errarmos na primeira tentativa, ficamos mais trêmulos e amedrontados ainda.

Lembre-se: quanto maior o gigante e menor a pedra, maiores as chances de acertá-lo. Só precisamos caprichar na pontaria.

Derrubando Gigantes

Errar o alvo nunca deve ser cogitado, mas é recomendado ter sempre algumas pedras de reserva no alforje. Surpresas devem ser previstas e suprimidas.

Seu comentário é muito importante!